O Amor Como Eu Vejo | Tony Casanova
Já me perguntaram como é que eu vejo o amor. O amor que vejo é amor de sonho, que remexe a minha alma, me deixa inquieto e nervoso. É um amor gostoso, de poder desconhecido. Destes que se sente, mas ao mesmo tempo é incerto confessar que ama. E ele dá um nó na minha cabeça e os pensamentos, ficam assim, meio que embaralhados e tudo que eu consigo pensar é em estar assim do seu lado. É coisa de louco? É sim. Quando eu amo fico assim, meio louco.
Se estou longe, o desejo é estar perto, se estou perto, eu fico tipo bobo, feito menino que ganhou o brinquedo mais lindo do mundo. E assim eu levo a vida, ás vezes amo, outras não, mas uma coisa é certa: Sem amar não dá. E não dá mesmo! O amor é combustível da vida, ele acende e queima no coração. Nos transporta e faz um reboliço no peito, deixando-nos mais leves. E amar é viver a vida no extremo da sua doçura que de tão doce, tão doce, sim se parece mesmo uma loucura.
Amar é viver o futuro do desejo, é curtir o sabor do primeiro beijo e esperar beijos futuros. Sem ir ao mais profundo do amor, fico eu amando assim, deste jeito e ao passar o tempo o amor meu fica maduro, experiente, mais forte e robusto, enxuto. É quando eu amo melhor e também vivo o meu melhor eu. É quando eu, de fato aprendo a amar além de mim.
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