Conto: | Assim Era Papai | Tony Casanova
Ele era um sr simpático e muito extrovertido, não era muito fácil de vê-lo sorrindo, na maioria das vezes estava sério, porém ele era muito falante. Sério e inteligente, bastante articulado e isto levava papai a fazer sucesso em meio e conquistá-las com suas opiniões sempre precisas e coerentes. Ele era o tipo: homem bem sensato e muito claro nas suas falas. E em meio a tantos irmãos, era comigo que papai arriscava sorrir. Sorria meio que tímido, envergonhado, acho que por eu conseguir nele este feito.
Não por que é (ainda é) meu pai e tudo mais, porém eu confesso que nunca ter conhecido alguém igual a ele. Sentávamos ali para conversar e eu lhe dizia:
- Pai, compra um computador pra gente se falar de vez em quando.
Ele respondia:
- Não. Eu não quero saber destas modernidades aqui.
- Mas pai é bom. E sabe a gente vai poder até se ver!
Ele:
- Não!
E um celular, compra um?
- Não. Já te dei um telefone. (Era um antigo telefone de mesa)
Ele era resistente. Na sua tv ele assistia apenas um canal; o de notícias policiais. Eu aceitava a sua vontade, afinal ele era o meu pai (ainda é). Como amo aquele fofinho (sempre o chamei desta forma). Lindo! Papai era lindo e muito, muito sábio. E eu sempre agradeci a Deus por ter um pai tão fofo. Nós dois éramos cópias físicas um do outro, aliás eu era o único a parecer tanto com ele.
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Seu pai era um homem extradiornario, tive a honra de conhecê-lo.
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