Gestos de Uma Mãe | Tony Casanova
Agora eu vou escrever sobre a minha mãe, mas tenho certeza de que a sua não age diferente da minha, pois mães são mães em qualquer lugar do planeta. E ela, a minha mãe, tinha gestos que me faziam ficar pensando no por que daquilo. Tivemos uma vida pobre e ás vezes não havia muito que comer, mas a mamãe sempre dava um jeito de ficar com fome e me dar o que tinha.
Quando eu estava dormindo e vez por outra acordava, lá estava ela matando os mosquitos que pousavam em mim. Se eu saía, isto já adolescente, mamãe me dizia a hora que deveria voltar e só dormia após a minha chegada para saber se eu estava bem. Em geral ela trabalhava e passava da hora de comer, mas em nenhum momento me deixou comer fora de hora. Este é o papel das mães e nós como filhos que somos, é que devemos saber honrá-las e seguir seus ensinamentos e seus conselhos.
Ela ensinou-me respeito á todos os mais velhos, honra aos pais e respeito para com todos. Dizia-me que a honestidade é o que se reconhece num homem e que a sua vida vale o que seu caráter reflete. E nunca, em momento algum ela quis o meu mal ou o de qualquer outra pessoa e quando iria cometer um erro lembrava de que tinha um filho e não deveria se dar a certos. Abriu mão de si mesma para educar-me com o carinho e cuidado que só uma mãe pode ter. Por isso digo que mãe é mãe e só temos uma. Nós devemos valorizá-la enquanto a temos, pois um dia já não será mais possível fazer isso.
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